Talín – um pulinho na Estônia saindo de Helsinque

Muita gente faz um bate e volta em Tallin no mesmo dia, mas nos aconselharam a partir no barco noturno, dormir no barco e sair cedinho pra conhecer Tallinn com mais tempo. Vimos o pôr-do-sol enquanto o barco deixava o porto e partia pra Estônia.

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O barco é uma experiência e tanto! Muita gente parte da Finlândia pra Estônia pra comprar bebidas porque os preços são muito mais atrativos. Saindo do porto em Tallinn a gente já dá de cara com várias lojas e mercados. Muitos só chegam até ali, compram muitas bebidas e voltam pra Helsinque. Mas a gente desembarcou cedinho depois de ter passado a noite numa cabine dentro do barco e fomos pro centro procurar um lugar pra tomar café da manhã.

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Chegando na cidade medieval
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Uma das portas pra cidade
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Café da manhã

Passamos o dia inteiro andando pelo centro, descobrindo os cantinhos dessa cidade medieval. Igrejas, praças, lojas, restaurantes e um bairro simpático com casas de madeira chamado Kalamaja.

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Jantamos e fomos pro porto pegar o barco de volta pra Helsinque. Adorei ter tido a oportunidade de conhecer essa capital tão diferente de tudo que já tinha visitado.

Helsinque – Uma semana na Finlândia

Sumi. Mas resolvi atualizar as viagens de 2016 antes que 2017 acabe :) Depois de passar o início de agosto no sol em Ardèche e Cassis, partimos pro norte, visitar a irmã de Giac. Helsinque não é uma cidade que tem pontos turísticos super famosos, daqueles que você vai ficar de um lado pro outro correndo pra conseguir fazer tudo na lista. A capital da Finlândia é uma cidade bem diferente das outras que visitei. Muita natureza, muitos parques na beira do mar (o litoral é tão recortado que nem parece mar, mas lagos) e ilhas.

Algumas fotos do centro da cidade:

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O ponto turístico mais conhecido: Catedral de Helsinque

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Uspenskin Cathedral
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Esplanadi
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Rautatientori – Railway Square

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Parque de diversões

Os parques e lagos estão por toda a cidade. É só abrir um mapa pra ver a quantidade de verde.

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Que tal uma prainha?
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Mar báltico
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Mar Báltico
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Um outro ponto de vista do Mar Báltico
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Sibelius Monument
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Selfie time!
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Café Regatta
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Kanelbulle no Café Regatta com vista pro mar

Visitamos duas ilhas quando estivemos lá. Foi em Seurasaari que todo mundo entrou no mar Báltico e eu fiquei do lado de fora tirando foto porque sou nordestina e tenho medo de água fria. Nessa ilha dá pra ir à pé, só atravessar a ponte.

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Giac, o destemido

Já pra chegar em Suomenlinna tem que pegar um ferry, mas é bem rapidinho. Nessa ilha tem algumas residências e só queria dizer que as pessoas que moram lá têm muita sorte :) Apesar do vento que tava fazendo, conseguimos fazer nosso piquenique. E, quando na Finlândia, tome Happy Joe. Uma cidra bem gostosa e bem conhecida por lá. Só um aviso: bebidas alcoolicas são super caras e nos supermercados só encontramos bebidas fracas. Nada de vinho, vodka, uísque…

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Sauna na Finlândia é coisa séria, tradição. Todo mundo tem uma em casa ou, no mínimo, uma  sauna comum dentro do prédio. A tradição manda: sauna se faz pelado; quanto mais quente, melhor; depois da sauna se toma uma bebida fria, de preferência do lado de fora (no frio tbm).

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A Finlândia tem uma rede local de fastfood, o Hesburguer. Provamos só pra comprovar que não era bom heheh

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As praias e calanques de Cassis

Cassis fica no mediterrâneo e bem pertinho de Marseille, uma das maiores cidades da França. Eu já tinha ido pra Cassis em outubro, mas queria mesmo era voltar durante o verão pra entrar naquele mar azul incrível! A cidade tem vários hotéis, inclusive um que fica dentro de um castelo, mas a gente ficou mesmo foi num acampamento porque era muito mais em conta. A cidade só tem um camping, o Les Cigales, e ele não é lá essas coisas, mas dá pro gasto.

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Centro de Cassis
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Porto do centro de Cassis
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Creperia com vista pro castelo e pro porto da cidade
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Praia do centro de Cassis

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O centro da cidade tem praias, restaurantes, bares, sorveterias (inclusive a famosa Amorino) e até baladas. Mas o bom mesmo de Cassis são as calanques. Fomos a pé saindo do centro, passamos pela calanque de Port Miou, calanque de Port Pin e finalmente a calanque d’En Vau. Depois de passar por Port Pin escolhemos a trilha mais difícil (azul) pra chegar na calanque d’En Vau porque ia pela costa e dava pra ver o mar. Indo pela trilha mais fácil (vermelha) a gente não ia ter uma vista tão bonita.

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Port Miou
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Port Miou
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Port Pin
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Port Pin
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Trilha pra calanque d’En Vau

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Ainda na trilha
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Calanque d’En Vau

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No dia seguinte a trilha pras calanques estava fechada por causa de risco de incêndio, então fizemos um passeio de barco pra ver 9 calanques saindo de Cassis na direção de Marseille. Se for pras calanques, lembre sempre de checar se as trilhas estão abertas. A gente usou o aplicativo MyProvence pra isso.

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Aiguèze, uma aldeia medieval

Aiguèze, que surpresa agradável!! No fim da rota panorâmica pelas gorges d’Ardèche fica essa cidade super lindinha. Nem sabíamos o que esperar dela, mas chegando lá ficamos de queixo caído. Uma aldeia medieval do século XII na beira do rio com as casinhas de pedra decorada com flores… um amor!! Não fizemos muita coisa por lá, só demos uma volta e tiramos muita foto. Não foi preciso de muito mais que 1h pra fazer isso! De lá seguimos viagem em direção a Cassis!

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Vallon Pont d’Arc, a porta de entrada para as gorges d’Ardèche

O verão aqui na europa é muito curto, então quando ele chega me dá uma doidera além do normal e eu já começo a querer fazer mil coisas e conhecer mil lugares em um curto espaço de tempo. Eu tive a sorte de ter férias do estágio em agosto, o mês mais quente do verão (e mais cheio também, mas eu tava nem aí). Programei logo uma viagem aqui pela França com muita água envolvida: Gorges d’Ardèche e Cassis.

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Nesse post vou falar sobre o passeio pelas gorges d’Ardèche. As gorges (ou cânions) se estendem ao longo de vários quilômetros e o primeiro desafio foi escolher em qual cidade a gente ia ficar. Depois de pesquisar um pouco vi que a cidade de Vallon Pont d’Arc tinha um arco muito lindo em cima do rio e por isso mesmo era chamada de ‘A porta de entrada para as gorges’.

Ficamos dois dias lá e no primeiro dia fizemos um passeio de caiaque, que dava pra escolher vários tipos de trajetos. Escolhemos o menor, de 8km, e ficamos umas 3 ou 4h com o caiaque. Paramos pra tomar banho bem embaixo do arco e foi muito legal ir olhando as paisagens. Custou 15 euros por pessoa e não tem horário marcado. Várias empresas oferecem esse tipo de passeio e organizamos tudo com uma que era parceira do lugar que ficamos.

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No segundo dia fizemos o Canyoning e como é um passeio que tem guia, reservamos um dia antes. Infelizmente esquecemos a GoPro (sim, que burrice heheh), mas vou tentar explicar como funciona. Fomos dirigindo até o ponto de encontro e de lá o guia leva o grupo pela floresta até chegar no rio – é uns 20 a 30 minutos de caminhada. Eles dão uma roupa de neoprene (a água é muito gelada), a gente se veste e ai começa a aventura. A gente faz o trajeto a pé passando por mato, água, pedras… nessas pedras é possível saltar de 5m, 6m, 11m. Mas sempre tem uma opção sem salto pra quem não quiser saltar (eu). Entre saltos e banhos gelados no rio, a gente vai descendo até chegar no ponto final, que na verdade é no ponto de encontro do início. Os lugares que passamos eram muito muito lindo, mas eu não curti muito a vibe de ficar saltando na água gelada e caminhando por lugares de difícil acesso. Fiquei dolorida em vários lugares #velhice hehehe Esse passeio custou 40 euros por pessoa.

Depois do canyoning almoçamos e ficamos o resto da tarde na beira do rio só relaxando.

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No terceiro dia, acordamos bem cedinho, arrumamos a barraca (sim, estámos acampando) e fomos fazer a rota panorâmica das Gorges d’Ardèche. São mais de 11 mirantes, construídos para uma única função: admirar a beleza das gorges. Essa rota é muito muito cheia e indo cedinho evitamos toda a multidão, a falta de estacionamento e o engarrafemento que fica por ali. Valeu super a pena acordar!!! O melhor é que era no caminho do nosso próximo destino, Cassis, e de quebra ainda conhecemos uma cidade suuper fofa no fim da rota panorâmica que nem esperávamos: Aiguèze.

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Festival de percussão em Saint Pierre la Mer

Todos os anos, em junho, acontece em Saint Pierre la Mer, no sul da França, um festival de percussão. A maioria dos grupos têm inspiração nos ritmos brasileiros, o que torna esse festival ainda melhor hehehe

É uma viagem perfeita pra um fim de semana pois combina: sol, calor, praia e muita música =D E foi assim que fizemos. Alugamos uma casa pelo airbnb e éramos 6 ao todo. No vídeo dá pra ter um gostinho de como foi!

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